sexta-feira, janeiro 15, 2010

Beija- Flor

Beija- Flor

Ao amanhecer acordei admirado
O banquete estava posto a mesa.
A janela aberta ao vento
Vento que me leva a decadência.

Ao despertar meu colibri celestial
Que se esconde nas estrelas da coesão.
Coesão de partes combatentes
Que destruiu meu coração.

O choro do beija-flor que pede clemência.
Chegam às estrelas que ocultaram meu colibri,
Que ocultam o brilho da minha alma.

Ao voar ao encontro da sua amada.
No desespero de provar o néctar da vida,
Perde o esplendor da sua alma.

Autor:
André Rodrigues

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